sábado, 28 de maio de 2011

anda jaleo ( Federico García Lorca)




Para cantar, um dia!

Yo me alivié a un pino verde
por ver si la divisaba,
y sólo divisé el polvo
del coche que la llevaba.
Anda jaleo, jaleo:
ya se acabó el alboroto
y vamos al tiroteo.

No salgas, paloma, al campo,
mira que soy cazador,
y si te tiro y te mato
para mí será el dolor,
para mí será el quebranto,
Anda, jaleo, jaleo:
ya se acabó el alboroto
y vamos al tiroteo.

Por la calle de los Muros
han matado una paloma.
Yo cortaré con mis manos
las flores de su corona.
Anda jaleo, jaleo:
ya se acabó el alboroto
y vamos al tiroteo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Grafitti ao fim do dia



Não se pode dizer que falamos para as paredes. Falamos com pessoas que são menos que paredes. Nem um risco de grafitti permitem. São obesas e fechadas essas pessoas-paredes. Gostam de estar paradas, vivem aborrecidas, preferem a sujidade instalada à tinta da China. Então, porque rabiscam no papel dos outros?

domingo, 22 de maio de 2011

Ensaios

10:30 em ponto!

Produção



Ana Taipas - facebook.com/arranca.telhados


Ari com uma relíquia em mãos


Gaita Mirandesa


Perguntas e respostas entre Rossana e Ana com Winga e Ari na periferia


Idealizações cénicas, por Rossana Ribeiro


Fred ligando-se - http://www.myspace.com/taniramusic


João com um princípio de laringite... Xaile e mais logo um chá de cebola!



Vozes ao Alto ou Pois Canté!

Foto de grupo com a Ana Taipas a tocar quase fora da sala (o que acontece muitas vezes aos gaiteiros e gaiteiras...)


Fred e Ari nas bases da Çirigoça


La bela biena moça...


Gaita Mirandesa a "menina dos nossos olhos"


Winga: Aqui entram as castanholas!


Fred e Winga estudando ritmos


Rossana Ribeiro, a minha querida produtora do concerto


Eu digo que ela está a meditar sobre produção. Ela diz que estava a pensar no almoço...


Gosto de gente que chega e se atira à música. Foi o caso.

Outras sonoridades

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Colo



Não me digam nada.

Quero ficar onde estou sem ter de carregar o fardo permanente que me cansa até à exaustão.

Só quero o abrigo do teu colo.

domingo, 15 de maio de 2011

La galana



La espozica está n'el baño,
vestida de colorado,
Echate a la mar, échate a la mar y alcánçalo,
échate a la mar.


Si, a la mar yo bien m'echava,
si la suegra licencia me dara,
Echate a la mar, échate a la mar y alcánçalo,
échate a la mar.


Ya salió de la mar la galana,
con un vestido de silma blanca.
Echate a la mar, échate a la mar y alcánçalo,
échate a la mar.


Entre la mar i el río,
vestida de amariyo.
Echate a la mar, échate a la mar y alcánçalo,
échate a la mar.


Entre la mar i la arena,
cresió un árvol de canela.
Echate a la mar, échate a la mar y alcánçalo,
échate a la mar.