sábado, 27 de outubro de 2012

•♥•*´¨`* Mais que 1000 palavras*´¨`*•.♥•

 (¯`’·.¸(♥)¸.·’´¯) Eva no parque (¯`’·.¸(♥)¸.·’´¯)
 
 (¯`’·.¸(♥)¸.·’´¯) Sorrisos (¯`’·.¸(♥)¸.·’´¯)
 
 ••.•´¯`•.•• Nina ao ombro ••.•´¯`•.••
 
`•.¸¸.•´´¯`••._.• E lá vamos nós •.¸¸.•´´¯`••._.•

A censura do Facebook


Não aceito NENHUM tipo de censura.

Ouvir dizer que existe não é o mesmo que passar por ela, e o que aconteceu  poderá acontecer com outra pessoa, sobre outro qualquer assunto que a leve a  exercer o seu direito de cidadania.

Há uma semana  ajudei a divulgar uma anormalidade (também aqui referida) que o pe. silva (isso mesmo, letra pequena) decidiu aplicar aos animais que viviam no  externato de Penafirme muito antes do dito cujo sonhar um dia  ser seu director, e que resultou em cerca de 3 mil partilhas, centenas e centenas de comentários, muita discussão, enfim, o que é normal nestas coisas  das redes sociais...

A atitude cobardola e prepotente do dito presbíterozeco (aqui sou LIVRE para o dizer) inspirou alguns emissários que lá iam deixar como podiam, num mau português, mensagens enganadoramente pacificadoras e distorcidas dos factos, e de suspeição quanto à idoneidade da associação (APA de Torres Vedras) que foi a primeira a  dar o alerta, coisa que não me demoveu a continuar com o  apelo para a assinatura da petição, que já decorria há alguns dias na net.

Hoje descobri que o meu tópico tinha sido apagado sem meu consentimento, sem ser tida nem achada. Terão havido uns quantos "bate-peitos" a fazer queixa, eu sei, denunciando-me à máquina do Facebook para que esta fizesse  desaparecer aquilo que os estava a incomodar.


Sou responsável pelo que escrevo, pelo que mostro, pelo que opino.
Não retiro uma vírgula do que disse. O meu apoio continua do lado das pessoas que se preocuparam com o futuro daqueles animais, que o Pe. Alfredo Cerca (este sim, com letra maiúscula) acolheu de uma forma verdadeiramente cristã.

Quanto ao Facebook já sei o que é: uma ferramenta de comunicação tendenciosa e perversa que se mascara de espaço de confraternização, partilha de ideias, encontro de semelhantes e passa-palavras de manifestações. Mas, a que preço?
 
O sítio de lá está devoluto. Façam o quiserem dele, estou-me nas tintas.
 
E sobre este homenzinho insignificante e ridículo que me fez lembrar um outro seu colega, do mesmo género em prepotência, falta de diálogo e tecido adiposo, que apareceu há uns tempos em Torres Novas, e que já lá não está (para mais pormenores ler AQUI!) os meus botões dizem: a dor de corno sobre o trabalho dos outros é uma coisa muito feia...
 
VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!
 
 
 

sábado, 20 de outubro de 2012

Animais em risco de abate pelo "mandador" Pe.Carlos Silva

O que têm estes homem em comum? Ambos são padres, mas totalmente diferentes:



O de cima é o Pe. Alfredo Cerca, ex-director do Externato de Penafirme, que viveu rodeado de animais bem tratados, acomodados em boxes e esterilizados, ao longo de 24 anos, e deu a conhecer às crianças, que nele estudaram, o bom relacionamento e respeito por esta criação divina.
O de baixo é o Carlos Silva, novo director do dito estabelecimento de ensino, que pretende mandar abater os 40 animais residentes pelo motivo de não ser higiénico e porque, segundo afirma, o lugar deles não é ali. Desde que tomou posse não permite que os animais sejam alimentados... estão há dias a passar fome.



Petição  AQUI  para impedir esta monstruosidade.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Que amor não me engana...

Nina a fazer de mãe adoptiva de Léah
À margem dos conflitos a real imagem de Amor Incondicional.
Grande lição a deste dia!


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

❖ Dia de Agustina ❖

A Importância da Arte

 
 
A arte é, provavelmente, uma experiência inútil; como a «paixão inútil» em que cristaliza o homem. Mas inútil apenas como tragédia de que a humanidade beneficie; porque a arte é a menos trágica das ocupações, porque isso não envolve uma moral objectiva. Mas se todos os artistas da terra parassem durante umas horas, deixassem de produzir uma ideia, um quadro, uma nota de música, fazia-se um deserto extraordinário. Acreditem que os teares paravam, também, e as fábricas; as gares ficavam estranhamente vazias, as mulheres emudeciam. A arte é, no entanto, uma coisa explosiva. Houve, e há decerto em qualquer lugar da terra, pessoas que se dedicam à experiência inútil que é a arte, pessoas como Virgílio, por exemplo, e que sabem que o seu silêncio pode ser mortal. Se os poetas se calassem subitamente e só ficasse no ar o ruído dos motores, porque até o vento se calava no fundo dos vales, penso que até as guerras se iam extinguindo, sem derrota e sem vitória, com a mansidão das coisas estéreis. O laço da ficção, que gera a expectativa, é mais forte do que todas as realidades acumuláveis. Se ele se quebra, o equilíbrio entre os seres sofre grave prejuízo.


  Agustina Bessa-Luís, in Dicionário Imperfeito