Holoteta é uma pessoa ligada ao computador da nave espacial que, através dos seus pensamentos, dirige a sua deslocação "por meio de um conjunto estabelecido de curvas através de uma série conhecida de configurações". Algumas holotetas transcendem a mera experiência de ligação com o computador. in O Bailado das Estrelas de Spider e Jeanne Robinson (1979)
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quinta-feira, 25 de abril de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Os desamigados do Facebook
Estes últimos dias têm sido de "guerra" e de "baixas" nas redes sociais.
Uma quantidade significativa a favor da petição está contra o abate do Zico (o cão que supostamente terá matado o Dinis) versus outra facção que está a favor. E esta não tolera a outra. Ainda não percebi se é mesmo pelo Dinis se é pelo facto de não gostarem de cães ditos perigosos.
No meu mural tem havido insultos vários aos quais respondo letalmente por já não ter paciência para diálogos infrutíferos. Há pessoas que não têm nada na cabeça a não ser um bloco de cimento e muita má formação.
Perguntam-me vezes sem conta se eu sei o nome do bebé - sempre soube. Como poderia esquecer o nome de um inocentinho que morreu de forma tão trágica?
Apelidam-me de fanática e intolerante, insultuosa e prepotente.
- Fanática por ter assinado a petição contra o abate e defender a minha posição;
- Intolerante quando resumo os argumentos pobres e mal fundamentados a simples ignorância;
- Insultuosa quando acho que a imbecilidade tem limites;
- Prepotente quando chego à conclusão que a pessoa que está a enviar farpas não se interessa pelo diálogo construtivo, mas sim pelo prazer de aliviar a sua frustração deitando abaixo (pensam elas) gratuitamente;
Então sou isso tudo. Trato de agarrar o balde e a esfregona e limpar o mural com o meu nome onde me assiste o direito de escolher as pessoas com quem tenho mais afinidades.
Ficam exaltados quando os "desamigo". Isto é ridículo. E preocupante. Nunca sabemos quem está do lado de lá e há muito maluco neste mundo...
Não vou condenar o cão que nem sei se atacou o menino.
Quero a verdade apurada de forma justa e isenta para que o Dinis não seja esquecido e o Zico penalizado por ter a designação assustadora de pitbull.
Quero que digam o resultado da autópsia. Quero que parem de maltratar o animal já condenado.
Quero que as pessoas sejam mais crescidinhas e não atirem argumentos sujos para o ar. Estou do lado do Zico e do lado do Dinis. Nem podia deixar de ser assim.
A minha preocupação pelos direitos dos animais não invalida a dos direitos humanos, duas causas que me são tão importantes há tantos anos.
E para quem critica e me chama fundamentalista/radical espero que tenha a consciência de intervir "fanáticamente" nos casos de tantas crianças mortas por pitbulls humanos, os tais asquerosos que o Daniel Oliveira acha serem mais importantes que os animais.
Porque sei que uma das características destas pessoas frustradas é o recolhimento no comodismo falante, a deitar continhas à vida, a olhar para o umbigo e a seguir com emoção os episódios da Casa dos Segredos...
Ah a crise... vão às manifs e acham que fizeram tudo para reclamar os SEUS direitos borrifando-se para o resto.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Daniel Oliveira - a voz do paleolítico inferior
Daniel Oliveira no seu pior. Já não bastava gostar de touradas... O que se passa com o BE que tem entre os seus mais destacados representantes um sujeito à margem dos seus conceitos culturais? Grotesca é a afirmação que o emoldura...
Uma opinião que vale o que vale muito mal redigida e fundamentada...
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Biografia
Para atenuar a minha indisposição de ontem relativa a uma das partes do "grande polvo" releio Retrato Pessoal e Íntimo de Adelino Cunha sobre um dos portugueses mais fascinantes do século passado. Não só o político, mas também.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
O discurso de merda de Soares
“Toda a gente diz na televisão que não há dinheiro para comprar pão, para comprar nada, tem de ir pedir, vão aos caixotes de lixo. Alguma vez se viu isto em Portugal? Eu tenho 88 anos e nunca vi. Sinceramente nunca vi, nem no tempo de Salazar.”
Pois não viste não Marocas, eras um menino bem alimentado, bem colocado na vida a brincar ao faz de conta. Não digas mais merdas. Não andaste na clandestinidade, não ficaste preso 11 anos, não te torturaram. Andavas demasiado ocupado com a tua vaidade para ver o que os portugueses sofriam.
Antes de abrires a tua boca nojenta confere o teu telhado de vidro. O que fizeste de Portugal quando pudeste sacar?
Metes-me NOJO porque falas falas falas com o teu jeito demagogo que NUNCA MUDOU. O que verdadeiramente te preocupa é o dinheirinho para a tua fundação. Queres lá saber do povo para alguma coisa.
Seu maçon sem escrúpulos.
A diferença entre os bons caracteres e os deste género passa por um reconhecimento à luz do dia de quem os vê:
Escreve Jorge Amado: aparece um homem “tão magro, de magreza impressionante, chupado, a face fina e severa, as mãos nervosas, dessas mãos que falam, mal penteado o cabelo, um homem jovem mas fisicamente sofrido, homem de noites mal dormidas, de pouso incerto, de responsabilidades imensas e de trabalho infatigável” – trata-se de Duarte, O Revolucionário Português. - in blogue de Adelino Cunha sobre Álvaro Cunhal
Tu, Mário, não terás uma descrição assim. Nunca!
A diferença entre os bons caracteres e os deste género passa por um reconhecimento à luz do dia de quem os vê:
Escreve Jorge Amado: aparece um homem “tão magro, de magreza impressionante, chupado, a face fina e severa, as mãos nervosas, dessas mãos que falam, mal penteado o cabelo, um homem jovem mas fisicamente sofrido, homem de noites mal dormidas, de pouso incerto, de responsabilidades imensas e de trabalho infatigável” – trata-se de Duarte, O Revolucionário Português. - in blogue de Adelino Cunha sobre Álvaro Cunhal
Tu, Mário, não terás uma descrição assim. Nunca!
sábado, 27 de outubro de 2012
A censura do Facebook
Não aceito NENHUM tipo de censura.
Ouvir dizer que existe não é o mesmo que passar por ela, e o que aconteceu poderá acontecer com outra pessoa, sobre outro qualquer assunto que a leve a exercer o seu direito de cidadania.
Há uma semana ajudei a divulgar uma anormalidade (também aqui referida) que o pe. silva (isso mesmo, letra pequena) decidiu aplicar aos animais que viviam no externato de Penafirme muito antes do dito cujo sonhar um dia ser seu director, e que resultou em cerca de 3 mil partilhas, centenas e centenas de comentários, muita discussão, enfim, o que é normal nestas coisas das redes sociais...
A atitude cobardola e prepotente do dito presbíterozeco (aqui sou LIVRE para o dizer) inspirou alguns emissários que lá iam deixar como podiam, num mau português, mensagens enganadoramente pacificadoras e distorcidas dos factos, e de suspeição quanto à idoneidade da associação (APA de Torres Vedras) que foi a primeira a dar o alerta, coisa que não me demoveu a continuar com o apelo para a assinatura da petição, que já decorria há alguns dias na net.
Hoje descobri que o meu tópico tinha sido apagado sem meu consentimento, sem ser tida nem achada. Terão havido uns quantos "bate-peitos" a fazer queixa, eu sei, denunciando-me à máquina do Facebook para que esta fizesse desaparecer aquilo que os estava a incomodar.
Sou responsável pelo que escrevo, pelo que mostro, pelo que opino.
Não retiro uma vírgula do que disse. O meu apoio continua do lado das pessoas que se preocuparam com o futuro daqueles animais, que o Pe. Alfredo Cerca (este sim, com letra maiúscula) acolheu de uma forma verdadeiramente cristã.
Quanto ao Facebook já sei o que é: uma ferramenta de comunicação tendenciosa e perversa que se mascara de espaço de confraternização, partilha de ideias, encontro de semelhantes e passa-palavras de manifestações. Mas, a que preço?
O sítio de lá está devoluto. Façam o quiserem dele, estou-me nas tintas.
E sobre este homenzinho insignificante e ridículo que me fez lembrar um outro seu colega, do mesmo género em prepotência, falta de diálogo e tecido adiposo, que apareceu há uns tempos em Torres Novas, e que já lá não está (para mais pormenores ler AQUI!) os meus botões dizem: a dor de corno sobre o trabalho dos outros é uma coisa muito feia...
VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
❖ Dia de Agustina ❖
A Importância da Arte
Agustina Bessa-Luís, in Dicionário Imperfeito
A arte é, provavelmente, uma experiência inútil; como a «paixão inútil» em que cristaliza o homem. Mas inútil apenas como tragédia de que a humanidade beneficie; porque a arte é a menos trágica das ocupações, porque isso não envolve uma moral objectiva. Mas se todos os artistas da terra parassem durante umas horas, deixassem de produzir uma ideia, um quadro, uma nota de música, fazia-se um deserto extraordinário. Acreditem que os teares paravam, também, e as fábricas; as gares ficavam estranhamente vazias, as mulheres emudeciam. A arte é, no entanto, uma coisa explosiva. Houve, e há decerto em qualquer lugar da terra, pessoas que se dedicam à experiência inútil que é a arte, pessoas como Virgílio, por exemplo, e que sabem que o seu silêncio pode ser mortal. Se os poetas se calassem subitamente e só ficasse no ar o ruído dos motores, porque até o vento se calava no fundo dos vales, penso que até as guerras se iam extinguindo, sem derrota e sem vitória, com a mansidão das coisas estéreis. O laço da ficção, que gera a expectativa, é mais forte do que todas as realidades acumuláveis. Se ele se quebra, o equilíbrio entre os seres sofre grave prejuízo.
Agustina Bessa-Luís, in Dicionário Imperfeito
sábado, 6 de outubro de 2012
Repito-me, eu sei, mas temos que acordar para problemas que também são nossos.
Não vou deixar que a crise do sistema me torne egoísta.
Para saber mais sobre testes em animais leia aqui e aqui
Mais detalhes sobre a abordagem científica e quão anti-científica, inválida e fraudulenta é a experimentação animal:
www.curedisease.net
www.curedisease.com
www.pcrm.org
www.eceae.org/g_resources.php
www.endeuanimaltests.org
www.scienceroom.org
domingo, 16 de setembro de 2012
Rescaldo
"É a primeira vez que sinto que me está a faltar a esperança"
- manifestante em Lisboa
"Vinte anos de governos que eu não escolho e uma vida hipotecada. Já chega"!
- manifestante em Lisboa
"Somos o suporte dos nossos netos. A mãe não ganha, o pai também não"
- manifestante no Porto
"Não podemos ser pessoas que vão para a escola e que são um fardo para a nação. Queremos trabalhar!"
- manifestante no Porto (professor)
"Estou cansada desta política de políticos mentirosos"
- manifestante no Porto
"Se quisesse trabalhar para chulos tinha ido para puta"
- cartaz na manifestação do Porto
sábado, 15 de setembro de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Dia de José ♥♥♥♥♥♥♥♥
Admito que a revolução seja uma utopia, mas no meu dia a dia procuro comportar-me como se ela fosse tangível. Continuo a pensar que devemos lutar onde exista opressão seja a que nível for.
Entrevista a Viriato Teles, in «O Jornal», 27/4/84
Entrevista a Viriato Teles, in «O Jornal», 27/4/84
in AJA
José Afonso III
A minha acção como professor era mais de carácter existencial, na medida em que queria pôr os alunos a funcionar como pessoas, incutir-lhes um espírito crítico, fazer com que exercitassem a sua imaginação à margem dos programas oficiais.
Entrevista a Viriato Teles, in «Se7e», 26/1/86
O que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a criar alibís para justificar o nosso conformismo, entao está tudo lixado! (…) Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de “homenzinhos” e “mulherzinhas”. Temos é que ser gente, pá!
Entrevista a Viriato Teles, in «Se7e», 27/11/85
Até ao fim da adolescência, eu ia regularmente à missa, assistia ao Santo ofício, confessava-me. Hoje passa-se algo como um regresso às origens, não porque me tenha tornado de novo católico praticante, evidentemente, mas percebo que no fundo tenho uma concepção religiosa do universo. Vi, um dia destes, «O Evangelho Segundo Sao Mateus», de Pasolini, e fiquei perturbado. E estou a ler autores como S. João da Cruz e S. Francisco de Assis. Há uma espécie de reencontro com os ensinamentos de Cristo, não o Cristo institucional, o eclesiástico da minha infância, mas o Cristo dos que têm fome e sede de justiça.
Entrevista a José Amaro Dionísio, in «Expresso», 15/6/85
Entrevista a Viriato Teles, in «Se7e», 26/1/86
O que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a criar alibís para justificar o nosso conformismo, entao está tudo lixado! (…) Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de “homenzinhos” e “mulherzinhas”. Temos é que ser gente, pá!
Entrevista a Viriato Teles, in «Se7e», 27/11/85
Até ao fim da adolescência, eu ia regularmente à missa, assistia ao Santo ofício, confessava-me. Hoje passa-se algo como um regresso às origens, não porque me tenha tornado de novo católico praticante, evidentemente, mas percebo que no fundo tenho uma concepção religiosa do universo. Vi, um dia destes, «O Evangelho Segundo Sao Mateus», de Pasolini, e fiquei perturbado. E estou a ler autores como S. João da Cruz e S. Francisco de Assis. Há uma espécie de reencontro com os ensinamentos de Cristo, não o Cristo institucional, o eclesiástico da minha infância, mas o Cristo dos que têm fome e sede de justiça.
Entrevista a José Amaro Dionísio, in «Expresso», 15/6/85
in AJA
José Afonso II - ou a desonestidade de uma parelha baiana.
Entrevista na revista Cinéfilo, nº 8, 22 a 28 Novembro de 1973
Capa e contracapa onde se pode ver a usurpação de Gilberto Gil quanto à "adaptação" do tema com a concordância de Gal Costa ( que teria massa cinzenta por baixo da cabeleira, que lhe teria permitido tomar a atitude correcta).
Má nota para ambos. Gilberto Gil ganhou direitos de autor do tema do "folclore português" quando foi o Zeca que fez o arranjo juntamente com a Gal...
Cambada...
José Afonso I
Não acredito na social-democracia europeia, na transformação de um continente em consumidores de objectos de consumo. O modelo europeu ocidental e, inclusivamente, o da Europa de Leste, do socialismo por vias administrativas e com representantes vitalícios da vontade popular, nao são coisas que me agradem. Espero que o nivel de mercantilismo político do PSOE nao atinja o do PS português. Aqui, os políticos de direita parecem ser mais coerentes que os dirigentes socialistas. O PS cumpre uma missão histórica de traição à causa popular.
Entrevista a Leonardo Cáceres, in «Tiempo», 18/10/82.
O mundo social da música não me seduz grandemente, como não me seduzem os palcos e todo esse tipo de estruturas sobre que assenta a canção. Seduz-me, sim, aquilo que posso fazer em torno da música: os contactos que estabeleço, os amigos que arranjo, esta «irmandade» progressista que se vai estabelecendo à medida que vamos correndo as terras, descobrindo que nessas terras vivem indivíduos que tem determinado tipo de preocupações…
Entrevista a Viriato Teles, in «Mundo da Canção», Fev./Mar. de 81
Parto da música para o texto.(…) Semeio palavras na música. Não tenho pretensões de dar a estas minhas deambulações pela música qualquer outro rótulo. Faço apenas canções. A canção insere-se sempre dentro de um processo. A sua eficácia depende do processo em que se insere. A sua importância depende da vastidão desse processo.
Entrevista a Viriato Teles, in «Mundo da Canção», Fev./Mar. de 81
As pessoas estão contaminadas por um gosto que lhes é fornecido, que lhes é imposto, e fixa na verdade as preferências da maioria. Toma-se urgente reagir, contribuir para uma higienização desse gosto.
Entrevista a Cáceres Monteiro e Daniel Ricardo, in «A Capital», 26/12/70
Entrevista a Leonardo Cáceres, in «Tiempo», 18/10/82.
O mundo social da música não me seduz grandemente, como não me seduzem os palcos e todo esse tipo de estruturas sobre que assenta a canção. Seduz-me, sim, aquilo que posso fazer em torno da música: os contactos que estabeleço, os amigos que arranjo, esta «irmandade» progressista que se vai estabelecendo à medida que vamos correndo as terras, descobrindo que nessas terras vivem indivíduos que tem determinado tipo de preocupações…
Entrevista a Viriato Teles, in «Mundo da Canção», Fev./Mar. de 81
Parto da música para o texto.(…) Semeio palavras na música. Não tenho pretensões de dar a estas minhas deambulações pela música qualquer outro rótulo. Faço apenas canções. A canção insere-se sempre dentro de um processo. A sua eficácia depende do processo em que se insere. A sua importância depende da vastidão desse processo.
Entrevista a Viriato Teles, in «Mundo da Canção», Fev./Mar. de 81
As pessoas estão contaminadas por um gosto que lhes é fornecido, que lhes é imposto, e fixa na verdade as preferências da maioria. Toma-se urgente reagir, contribuir para uma higienização desse gosto.
Entrevista a Cáceres Monteiro e Daniel Ricardo, in «A Capital», 26/12/70
in AJA
terça-feira, 26 de junho de 2012
Dia de Salvador ♡ (para sempre!)
"Un obrero sin trabajo, no importa que sea o no sea marxista, no importa que sea o no sea cristiano, no importa que no tenga ideología política, es un hombre que tiene derecho al trabajo y debemos dárselo nosotros".
"El hombre de los países industriales ha llegado a la luna dominando la naturaleza. ¿Es justo que el hombre ponga un pie sobre la luna? ¿O no sería más justo que los grandes países pongan los pies sobre la tierra y se den cuenta que hay millones de personas que no tienen trabajo y que sufren de hambre?"
"Un castigo a la insolencia, cobardía, ataque artero y violencia que sectores tradicionales pusieron en campaña. ¿Por qué no haríamos nosotros las cosas humanamente?"
Salvador Allende
(26 de Junho de 1908 - 11 de Setembro de 1973)
quarta-feira, 13 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
"E serei nova luz aos Portugueses"
O dia em que eu nasci, moura e pereça,
Não o queira jamais o tempo dar,
Não torne mais ao mundo e, se tornar,
Eclipse nesse passo o sol padeça.
A luz lhe falte, o sol se lhe escureça,
Mostre o mundo sinais de se acabar,
Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,
A mãe ao próprio filho não conheça.
...
As pessoas pasmadas, de ignorantes,
As lágrimas no rosto, a cor perdida,
Cuidem que o mundo já se destruiu.
Ó gente temerosa, não te espantes,
Que este dia deitou ao mundo a vida
Mais desgraçada que jamais se viu!
Não o queira jamais o tempo dar,
Não torne mais ao mundo e, se tornar,
Eclipse nesse passo o sol padeça.
A luz lhe falte, o sol se lhe escureça,
Mostre o mundo sinais de se acabar,
Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,
A mãe ao próprio filho não conheça.
...
As pessoas pasmadas, de ignorantes,
As lágrimas no rosto, a cor perdida,
Cuidem que o mundo já se destruiu.
Ó gente temerosa, não te espantes,
Que este dia deitou ao mundo a vida
Mais desgraçada que jamais se viu!
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Euro manchado
Não é triste nem lamentável o massacre dos animais na Ucrânia, é CRIME e a sua responsabilidade reparte-se pela UEFA enquanto entidade organizadora que legitima a escolha de países com este tipo de 'solução' para problemas indesejáveis. Onde estarão os 'mendigos'? também pergunto eu... E quanto à selecção, não me reconheço nesse tipo de patriotismo bacoco nem visto camisola nenhuma ...que apoie o desperdício e a imoralidade. Não compactuo com palmadinhas nas costas a 22 palermas, eleitos estupidamente como o orgulho da nação, quando nunca trouxeram um troféu para 'casa' a não ser os muitos milhões que vão somando nas suas contas bancárias. Como portugueses. a responsabilidade social não se pode ficar por uns pontapés na bola! O Massacre começou há meses, a informação passou worldwide através de vídeos que as diversas associações de defesa dos animais divulgaram e a comunidade internacional não tomou medidas sobre a UEFA para simplesmente interditar a Ucrânia como organizadora. Os animais continuaram a ser incinerados vivos. A nossa selecção é também responsável por ter ficado calada. O vermelho da nossa bandeira é, neste caso, sangue de criaturas inocentes.
Não tenciono ver nenhum jogo porque acho imoral que se gaste tanto dinheiro com a troglo-idiotice do Euro. Marmanjos com contas recheadas atrás de uma bola... para isso há verba! Portugal gasta 33 mil euros diários no hotel em Opalenica. Sim, irei vestir a camisola, não da selecção que me envergonha, mas desta causa justa!
sexta-feira, 9 de março de 2012
A Síndrome do Animal Preto - NÃO JULGUEM UM ANIMAL PELA SUA COR!
Cães e gatos pretos são sempre os últimos a serem adoptados...
Funcionários dos abrigos de animais dos Estados Unidos denominam esta situação por “síndrome do cão preto”: cães e gatos pretos são frequentemente os últimos a serem adoptados e os primeiros a serem sacrificados.
... Há algumas explicações para este facto que vão desde superstições até à ideia de que gatos pretos trazem azar. Existe até a hipótese de que os animais pretos são difíceis de fotografar bem e, por isso, mais difíceis de serem divulgados.
Vivemos numa cultura construída em torno da aparência. Se pensarmos num filme que exiba um cão como sendo o diabo, ele será preto. As bruxas dos filmes também têm sempre um gato preto...
Alguns abrigos norte-americanos mudaram a iluminação, usando cobertores de cores claras ou ainda vestindo os animais para que eles consigam uma foto melhor para ser colocada nos sites, anúncios e flyers.
Seth Casteel, fotógrafo de Los Angeles, afirma que qualquer animal de abrigo representa um desafio, mas os pretos estão no topo da lista. “Para fotografar um cão ou um gato preto de forma eficaz, precisamos capturar a personalidade, as características físicas e outros detalhes importantes. A chave é a iluminação e a velocidade do obturador”, disse Casteel. “Animais pretos devem ser fotografados na sombra ou num dia nublado, não sob a luz do sol directa”, recomenda o fotógrafo.
O site da Sociedade de Protecção e Prevenção da Crueldade Animal de Oahu, no Havai, fala sobre a síndrome do cão preto e pede aos potenciais tutores:
NÃO JULGUEM UM ANIMAL PELA SUA COR!
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