Holoteta é uma pessoa ligada ao computador da nave espacial que, através dos seus pensamentos, dirige a sua deslocação "por meio de um conjunto estabelecido de curvas através de uma série conhecida de configurações". Algumas holotetas transcendem a mera experiência de ligação com o computador. in O Bailado das Estrelas de Spider e Jeanne Robinson (1979)
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Gatinhos de rua
Todos os gatinhos de rua deviam ser amados.
No meio do caos humano afectivo podem ser a paz que nunca sentiste e o riso que nunca foste capaz de dar por falta de um bom motivo.
A sua inocência é comevedora e a forma como se conecta à que perdemos pode ajudar a revelar o que há de melhor em nós.
Gatinhos deixados ao acaso porque já nasceram assim ou porque os quisemos assim, são responsabilidade nossa. O que podemos fazer?
Esterilizar para não haver mais errantes que ninguém quer ver... tirar das ruas e adoptar os que carecem por um lar. Debater-nos por leis que o atraso de uma certa mentalidade demora a aprovar.
Olhares que nos lembram que um dia fomos todos iguais.
O que foi que perdemos?
Mesmo os que desejam deambular por vontade da sua natureza felina deviam ter um lugar onde pudessem descansar e repôr forças que todos os guerreiros da vida necessitam.
Estes seres notáveis são guerreiros em cada segundo que sobrevivem.
Alguns têm a protecção de alguns humanos mais sensíveis que não se esquecem de colocar água e comida num qualquer cantinho da rua.
Outros não têm a mesma sorte. Entregues a si próprios e pior que isso entregues à malvadez da ignorância humana...
... já souberam o que era ter uma casa ou uma família e sem saberem porquê estão sozinhos, abandonados, não são mais aquela coisinha fofa que em tempos diziam que eram.
Cresceram ou adoeceram e deixaram de ter piada.
Cresceram ou adoeceram e deixaram de ter piada.
Encontro muitos olhares como este.
Os gatos não são traiçoeiros, nem maus, nem falsos, nem diabólicos.
Têm emoções que transmitem com uma fidelidade desconcertante. Não dissimulam, não são invejosos, não mentem.
Olham-te como te vêem.
No meio do caos humano afectivo podem ser a paz que nunca sentiste e o riso que nunca foste capaz de dar por falta de um bom motivo.
A sua inocência é comevedora e a forma como se conecta à que perdemos pode ajudar a revelar o que há de melhor em nós.
Gatinhos deixados ao acaso porque já nasceram assim ou porque os quisemos assim, são responsabilidade nossa. O que podemos fazer?
Esterilizar para não haver mais errantes que ninguém quer ver... tirar das ruas e adoptar os que carecem por um lar. Debater-nos por leis que o atraso de uma certa mentalidade demora a aprovar.
Para que olhares como este não se apaguem no minuto a seguir.
O que foi que perdemos?
terça-feira, 6 de novembro de 2012
quarta-feira, 8 de junho de 2011
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