terça-feira, 23 de março de 2010

Amuletos


Alguém disse que o poema é um amuleto que nos protege dos equívocos e do esquecimento. Trago vários ao peito, um colar com muitas voltas, pedras de canções e de filmes em formatos diferentes, um pouco pesado, dizem, mas eu gosto que me enfeitem.

5 comentários:

  1. Adoro o teu colar.Se é pesado ou leve pouco importa.Torna-te poesia.
    Um beijo(conta),Maria.

    (Que imagem fantástica.Mosaico de vida(s) com estória rostos.Até gatos com asas vejo.Estarei a alucinar??...ou é encanto?)

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  2. http://www.youtube.com/watch?v=vEc4YWICeXk

    Tomando como ponto de partida as ilustres figuras femininas ali do lado (pena não terem legenda, pois não as reconheço todas), deposito aqui a montagem magnífica do youtube.

    :)

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  3. reve comentário que para anunciar um epitáfio definitivo. os meus ultimos blogs:
    fisgasdotempo.blogspot.com
    palavrassoocas.blogspot.com
    dedalosdevento.blogspot.com
    diariosmarginais.blogspot-com

    não haverá mais palavras da minha parte em qualquer quadrante de tempo que é demasiado pesado para entender o que quer que seja.
    basta ler o velho do mar para o perceber. eis o epitáfio...

    jorge manuel brasil mesquita

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  4. Um abraço,Jorge!
    (Não fizemos o joguinho!!!.. :)

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  5. outro breve comentário para esclarecer que o palavras foi meio depenado e o fisgas foi igualmente depenado e eu eliminei o que me conveio. a partir de agora deixo de me chamar o que me chamo e recrio-me até ao fim da vida como ninguém. saudações finais a todos.

    ninguém.

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Dentro da nave

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