sexta-feira, 14 de junho de 2013

Sete semanas depois e um deus que não existe



Semana difícil. Parece que regredi. Não sinto que tenha sido abençoada pelo que tanto procurei.

No refeitório do hospital olhei com horror para o que não queria.

Tolerância ZERO para o João Moura jr. um energúmeno em crescimento.

Aguardo que a providência  o coloque fora de órbita antes que cresça demais e espero  que sofra lenta e profundamente como o vitelo que serviu de publicidade para os seus cães .

Tolerância ZERO com monstros iguais ao jogador argentino que atirou contra a bancada um pobre cão indefeso.

Tolerância ZERO com tudo o que se está a passar sobre um mundo perigosamente vulnerável onde uma grande maioria vive mal desde que o mundo foi criado.

Deus dorme descansado, sem interferir, fazendo-nos gozar do tal livre arbítrio que não serve para nada, quando o mais forte descarrega, como sempre, de forma insana e violenta.

Sabe, sr. deus, sempre que os meus filhos eram ameaçados, fosse por quem fosse, eu atirava-me de cabeça e defendia-os.
Não é isso que o vejo fazer com nenhum de seus. E o sr é perfeito, eu não.
O sr. não passou anos com depressões que o tornaram incapaz de velar pelos que ama.


Sinto que Deus não me quer, que Deus não é Deus e que ele não existe realmente - Madre Teresa de Calcutá

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